07/01/2012

Rede de Escândalos retrata mais oito casos


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Ferramenta de VEJA.com perfila os envolvidos nos mais graves escândalos da história recente e acompanha seus desdobramentos

Dinheiro apreendido pela Polícia Federal no cofre da Lunus, empresa de Jorge Murad e Roseana Sarney, em 2002
Dinheiro apreendido pela Polícia Federal no cofre da Lunus, empresa de Jorge Murad e Roseana Sarney, em 2002(Louise Maria)
Mais oito casos entram hoje para a Rede de Escândalos, ferramenta que VEJA.com lançou em 9 de dezembro, Dia Mundial de Combate à Corrupção. Com atualizações semanais, esta rede peculiar perfila os envolvidos nos piores escândalos da história recente do país e acompanha os desdobramentos dessas histórias.
Entram hoje para a galeria: o caso Erenice (2010), os atos secretos do Senado (2009), a República de Ribeirão (2005), o caso Waldomiro Diniz (2004), o caso Lunus (2002), o escândalo dos grampos do BNDES (1998), a CPI da Corrupção instalada no governo Sarney (1988) e os desvios do Banpará (1984).
Dois oito novos casos, cinco envolveram ministros, e três deles acabaram perdendo a pasta: Erenice Guerra, que comandava a Casa Civil no final do governo Lula; Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações de Fernando Henrique Cardoso; e Aníbal Teixeira, ministro do Planejamento de Sarney. Os escândalos Waldomiro Diniz e República de Ribeirão lançaram sombras sobre os dois homens fortes do governo Lula, José Dirceu, da Casa Civil, e Antonio Palocci, da Fazenda, mas ambos resistiram às primeiras denúncias - só deixariam o governo na esteira de novos escândalos, o mensalão (Dirceu) e a quebra do sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa (Palocci).
O clã Sarney aparece em três dos novos casos retratados: a CPI da Corrupção, envolvendo o então presidente José Sarney e seu genro, Jorge Murad; o caso Lunus, empresa da filha de Sarney, Roseana, e seu marido, Murad; e os atos secretos do Senado, envolvendo Sarney, então na presidência do Senado, vários de seus familiares, senadores de diferentes partidos e funcionários da casa.
Outro clã retratado na Rede de Escândalos é o do senador Jader Barbalho. A denúncia de desvios do Banpará, o Banco do Estado do Pará, atingiu Jader, ex-governador do estado, seus irmãos, o pai e a ex-mulher. O caso é de 1984, mas a ação só chegou à Justiça em 2004, quando o STF aceitou a acusação de peculato contra o senador.
Mais do que entender como funcionavam os esquemas por trás de cada um dos casos, a rede vai esclarecer o destino que tiveram seus personagens. Ao todo, serão cerca retratados cerca de 300 personagens, implicados em mais de 60 escândalos dos governos Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma.
Clique sobre a imagem para acessar a ferramenta:
Arte/VEJA

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