17/12/2011

PSDB pedirá informações sobre viagem de Pimentel


Share/Bookmark

Ministro foi a Genebra, com as despesas pagas com dinheiro público, para representar o Brasil em conferência da OMC, mas não apareceu em reunião

O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel
O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel (Vanessa Carvalho/News Free/Folhapress)
O líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), vai protocolar na próxima semana requerimento de informação pedindo detalhes sobre a viagem do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, a Genebra, na Suíça. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que, na quarta-feira passada, Pimentel faltou a reuniões da Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Os requerimentos serão direcionados a Pimentel e ao ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, solicitando cópia da agenda dos dois no evento da OMC e relatório das atividades realizadas, além de informações sobre a composição da comitiva e os custos da viagem.
O ministro procurou evitar a imprensa em Genebra para não responder a questionamentos sobre sua atividade como consultor nos anos de 2009 e 2010. "É preciso ter informações a respeito para que seja afastada a hipótese de o ministro ter faltado a compromissos de interesse do país para não ser abordado por jornalistas a respeito das denúncias", diz Duarte Nogueira.
(Com Agência Estado)

"Vou estar sempre em oposição ao PT", diz Soninha


Share/Bookmark


Ex-filiada ao PT e hoje pré-candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PPS, Soninha diz que esgotou sua confiança no Partido dos Trabalhadores

16/12/2011

Enfermeira mata cachorro Yorkshire na pancada


Share/Bookmark



Famosos se revoltam com caso do cachorro espancado em Goiás

16 de dezembro de 20110

* Por Bárbara Nunes
Vários famosos se manifestaram no Twitter depois de assistir ao triste vídeo que mostra uma mulher espancando um cachorro da raça Yorkshire na frente de uma criança. As imagens foram feitas por uma pessoa que não se identificou, mandou uma cópia para a polícia e colocou o vídeo no youtube. As redes sociais bombaram e, indignados, os internautas pedem a prisão da "assassina", já que o filhote morreu após as agressões. O caso aconteceu em Goiás e está sendo investigado pela a Polícia Civil de Formosa.
Bom, no meu caso foi realmente um choque. Como que alguém tem coragem? É muito sangue frio. Fiquei mais chocada ainda ao saber que o delegado disse que se não for comprovado que a louca bate na criança também, ela só pagará, no máximo, um ano e meio de cestas básicas...
Veja o depoimento das celebridades e subcelebridades também.
Guilhermina Guinle: "Vamos assinar a Petição PENA MÁXIMA DE CRIME DE MAUS TRATOS PARA A ENFERMEIRA QUE MATOU O YORKSHIRE".

Rafa Cortez: 
"Vi agora o vídeo em que a enfermeira mata o cachorro a pancadas. Como alguém filma uma coisa dessas sem interferir? E como uma mulher dessas faz isso?".

Julia Faria:
 "Chocada com a mulher espancando a cachorrinha... Cruel... Ainda não tinha visto... Meu Deus do céu... Tem que matar essa monstra... Surreal... Onde vamos parar com tanta maldade... Sei não".
César Menotti: "Estou com estômago embrulhando por ter visto aquela cena do cachorro sendo espancado. Temos que denunciar. Mas de nada adianta ficar aqui no twitter xingando e não ter nenhuma ação. Criticar é fácil, difícil é doar tempo e dinheiro".
Letícia  Birkheuer: "Absurdo a enfermeira que matou a pauladas o yorkshire em casa! Essa mulher tem que ser linchada com pedras. Fim da crueldade contra animais! Esses monstros merecem ser mortos a paulada na cadeia! Matem a desgraçada, mas bem devagar, pra ela sofrer cada minuto. Estou enojada, furiosa, triste, abalada com a história da cachorrinha que morreu. Quero justiça!".
Juju Salimeni: "Estou abalada demais com o caso do monstro que espancou o cachorrinho. Não assisti o vídeo pra não sofrer mais, mas vi sem querer na TV. Sem palavras. Já chorei, já fiquei revoltada, angustiada... Mas a justiça já esta sendo feita e ela vai pagar. Deus vê tudo".

_______________________________________________________________________________

Solange Spigliatti e Edevaldo Figueiredo da Silva, do estadão.com.br
SÃO PAULO - A Polícia Civil do município de Formosa em Goiás instaurou um inquérito para investigar uma denúncia de maus-tratos contra um cachorro da raça Yorkshire, praticados por sua dona, uma enfermeira de 22 anos.
As agressões cometidas contra o animal foram feitas em frente a uma criança que supostamente seria sua filha. As cenas de maus-tratos foram gravadas e divulgadas no YouTube.
O delegado da 1° DP de Formosa, Carlos Firmino, ouviu um depoimento informal da mulher, que tentou justificar os maus-tratos dizendo que o cachorro dava muito trabalho. "Ele era praticamente um monstro", disse a agressora ao delegado.
Segundo Firmino, a mulher não cometeu apenas crime contra o animal, houve também crime contra a filha, que viu tudo. "Se fosse somente agressão contra o cão, o crime previsto seria agressão contra animal doméstico ou silvestre, com pena prevista de um ano, no máximo um ano e meio, caso haja morte do animal. Entretanto, estamos querendo comprovar que há o constrangimento da criança, crime previsto no estatuto da criança e adolescente".
Com isso, ela poderá ser condenada não só ao pagamento em cesta básica, mas também a prisão de até três anos e meio.
Repercussão. A atitude cometida pela enfermeira já virou comoção entre os internautas no Facebook e Twitter que chegaram até a criar uma petição pública na rede de computadores pedindo pena máxima contra a agressora.
Em sua página no Twitter, a senadora Heloisa Helena também se mostrou consternada e disse que procedimentos legais já foram tomados pelo Ministério Público e pela Polícia Civil.

Marcha contra a corrupção mostra força das mídias sociais


Share/Bookmark

Embora primeira tenha tido adesão de milhares, última manifestação contou apenas com 30 pessoas

estadão.com.br
Em 2011, o Brasil viu o surgimento das Marchas contra a Corrupção. As marchas contra a corrupção foram organizadas através das mídias sociais e aconteceram em diversas capitais do País, simultaneamente. As duas primeiras, realizadas em 7 de setembro e 12 de outubro, foram bem sucedidas, sobretudo em Brasília. A terceira, do dia 15 de novembro, teve baixíssima adesão.
Em 7 de setembro, cerca de 25 mil pessoas, de acordo com cálculo do comando da Polícia Militar do Distrito Federal, participaram da Marcha contra a Corrupção na Esplanada dos Ministérios durante o desfile de comemoração do 7 de Setembro.
Organizado por meio de redes sociais na internet, o protesto atacou a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), o voto secreto no Congresso, os recentes escândalos de corrupção no governo da presidente Dilma Rousseff, a não aplicação da Lei da Ficha Limpa, e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira. Evitou-se o uso de referências partidárias.
Em outras cidades a adesão foi bem menor. Em São Paulo, cerca de 500 pessoas participaram de ato também contra a corrupção. Os manifestantes se concentraram no Masp e, segundo a Polícia Militar, não houve incidentes.
Já em 12 de outubro, a polícia calcula que 20 mil pessoas participaram da segunda Marcha contra a Corrupção, em Brasília. No Rio, cerca de 2 mil pessoas ocuparam a orla de Copacabana. O movimento ganhou a adesão de organizações não-governamentais como Rio de Paz e Greenpeace.
Na marcha do dia 15 de novembro, no entanto, a adesão foi baixíssima. Um grupo de cerca de 30 pessoas protestou em Brasília contra a corrupção. Sob forte chuva, os manifestantes se reuniram embaixo da marquise do Museu da República, na região central da cidade. O pequeno grupo protestou contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acusado de desvio de verba pública quando era ministro do Esporte.

Tiririca preside comissão de Educação em primeiro ano no Congresso


Share/Bookmark

Deputado federal eleito com 1,3 milhão de votos protagonizou algumas polêmicas

estadao.com.br
Deputado federal mais votado nas eleições de 2010, Francisco Everardo Oliveira Filho, o palhaço Tiririca, foi eleito por São Paulo pelo PP e entrou para o Congresso já protagonizando algumas polêmicas. Logo após ser eleito, o Ministério Público colocou em dúvida a sua alfabetização, exigindo uma prova de que o ex-palhaço poderia ler e escrever.
Em sua primeira votação nominal, Tiririca votou contra o governo mesmo depois de ter anunciado que acompanharia a orientação do partido de aprovar o mínimo de R$545, valor proposto pelo governo.
Depois, contratou humoristas como secretários e usou o dinheiro da Câmara num resort em Fortaleza (CE), capital de seu Estado natal, que fica a 3 mil quilômetros de sua base eleitoral. Tiririca apresentou à Câmara em março o pedido de reembolso de notas fiscais de R$ 660 de hospedagem e R$ 311 de alimentação no Porto d’ Aldeia Resort, hotel que fica em meio a dunas, com piscina e vista para o mar na capital cearense.
Polêmicas a parte, o deputado assumiu sua função de titular da Comissão de Educação e Cultura da Câmara e disse que tem muito o que ajudar a comissão.
Nove meses depois de chegar à Câmara Tiririca, fez sua "estreia" em dezembro no Congresso. Alternando expressões como "beleza pura", "maravilha, garoto" e "legal", Tiririca presidiu por quase três horas uma audiência pública na Comissão de Educação e Cultura para discutir a concessão de alvarás para instalação de circos nas cidades. E não perdeu as chances que teve para fazer piada, como ao ler o nome de um dos convidados da reunião. Depois de fazer um stand up comedy com os melhores momentos de sua vida, o ex-dono de circo leu um papel com os nomes dos convidados para integrar a mesa. Por meia hora, Tiririca contou passagens de sua vida, como na época em que fazia animação na casa de "meninos ricos" e aproveitava para dar "uns cascudos" na criançada.

Entre gracejos e piadas, ele confessou que decidiu disputar uma cadeira na Câmara para ganhar publicidade gratuita e que esperava receber "uns 5 mil votos". "Me surpreendi com a votação que tive", reconheceu.

15/12/2011

Vídeo mostra ex-vereador do AM guardando dinheiro na cueca


Share/Bookmark
KÁTIA BRASIL
DE MANAUS

A Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Amazonas pediu nesta quinta-feira (15) à Polícia Federal a perícia de um vídeo em que o prefeito do município de Boa Vista do Ramos (270 km de Manaus), Elmir Lima Mota (PSD), aparece entregando maços de dinheiro ao ex-vereador Joaquim Teixeira Barbosa (PSC), que esconde as notas na cueca.

Uma cópia do vídeo foi entregue ao Ministério Público pelo vereador Júnior Andrade (PT), presidente de uma comissão aberta pela Câmara Municipal de Boa Vista do Ramos para investigar o caso. "Recebi a filmagem de servidores públicos insatisfeitos com a administração do prefeito", disse o vereador.

O promotor Fábio Monteiro, chefe do Cao-Crime (Centro de Apoio Operacional de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público, afirmou que a perícia determinará a autenticidade do vídeo. A suspeita é que o dinheiro seja uma uma compensação para Joaquim Teixeira Barbosa deixar o cargo. Eleito em 2010, ele renunciou ao mandato de vereador no dia 9 em benefício de um aliado do prefeito.

A filmagem, que tem 11 minutos e 34 segundos, foi feita em 11 de novembro, dois dias depois da renúncia de Barbosa. Segundo o vereador Júnior Andrade, a gravação ocorreu no escritório de um advogado, que aparece no vídeo usando blusa laranja, em Manaus.


No início do vídeo, que não tem áudio, aparece o prefeito Elmir Lima Mota sentado e de costas. O ex-vereador Joaquim Teixeira Barbosa (que veste camisa listrada) está a sua frente, contando o dinheiro e separando-o em maços. Ao lado dele, o secretário de finanças Mário Aldo da Rocha (camisa escura de mangas compridas) observa a cena.

O ex-vereador levanta, afrouxa o cinto e começa a esconder o dinheiro nos bolsos da calça, nas meias e na cueca (a partir dos 5'45"). Depois o filho do advogado, de blusa preta, entrega um papel para Barbosa. Ele assina o papel e o entrega ao secretário. O prefeito levanta e sai de cena.

O Ministério Público investiga a origem do dinheiro. O prefeito Elmir Lima Mota foi afastado do cargo este ano pela Câmara Municipal sob acusação de improbidade administrativa, mas retornou à função por uma liminar da Justiça. O prefeito é acusado de irregularidades nas finanças e atrasar os salários dos funcionários.

Segundo a assessoria do prefeito, ele é vítima de extorsão. Para comprovar o suposto crime, o prefeito gravou o ex-vereador recebendo o dinheiro, que seria dividido com outros cinco políticos.

Joaquim Teixeira Barbosa disse à reportagem que renunciou o cargo por um acordo com seu partido, o PSC, e negou ter tentado extorquir o prefeito. Disse que recebeu R$ 25 mil, dinheiro de uma dívida.

"Nunca extorqui o prefeito, não preciso disso. Ele me filmou por patifaria, esse dinheiro foi um pagamento de uma dívida que ele tinha comigo", afirmou.

O advogado Jones Karrer, que aparece no vídeo, não quis falar sobre o caso. A reportagem não localizou o filho dele, Alisson Karrer.

Paulo Radin, secretário geral do PSD no Amazonas, partido fundado pelo governador Omar Aziz, disse que a legenda "não compactua e nem protege irregularidades", mas aguardará as investigações do Ministério Público sobre o prefeito.

Brasil fica fora de tratado 'anti-corrupção'


Share/Bookmark

Em Genebra, País não assina entendimento que garante transparência nas compras governamentais

Jamil Chade, correspondente em Genebra
GENEBRA - O Brasil ficou de fora do acordo de licitações públicas, considerado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) como um tratado "anti-corrupção". Países ricos assinaram nesta quinta-feira, 15, uma ampliação do entendimento que já tinham, garantindo abertura do mercado de compras governamentais e estabelecimento de regras para garantir a transparência nos contratos.
"Esse acordo é um instrumento contra a corrupção" , afirmou o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy. Para Michel Barnier, comissário da Europa, o acordo garantirá uma abertura de mercados de 600 bilhões de euros. Em declarações ao 'Estado', insistiu que americanos e europeus esperam a adesão do Brasil. "Todos temos muito a ganhar", disse.
O chanceler Antonio Patriota, porém, insistiu que o acordo "não era de interesse do Brasil". O motivo, segundo ele, é a natureza do acordo, restrito a um grupo pequeno de países. O Brasil ainda insiste que antes de mais nada quer abrir seu mercado de compras governamentais primeiro aos países latino-americanos.
A reserva de mercado tem sido alvo de cobiça internacional. Afinal, com Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, empresas europeias e americanas acreditam que poderiam ter fortes ganhos no Brasil.
Hillary. Patriota rejeitou a tese de que isso seria um sinal de que o Brasil não está interessado em acordos que combatam a corrupção. "Mais comprometidos que estamos nisso?" questionou.

Pimentel teria recebido por palestra não ministrada


Share/Bookmark
MARCELO PORTELA - Agência Estado
A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) manteve silêncio hoje sobre a denúncia de que o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) não deu as palestras pelas quais recebeu R$ 1 milhão da entidade. O pagamento foi feito à empresa P-21 Consultorias e Projetos Ltda que o ministro manteve em 2009 e 2010, após ele deixar a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e antes de assumir o cargo no governo federal.
Segundo o jornal O Globo, as regionais da Fiemg negaram que Pimentel tivesse dado as palestras. Em entrevista no início da tarde, o atual presidente da Fiemg, Olavo Machado Júnior, afirmou que não estava a par do assunto. Ele disse que procuraria se inteirar sobre a questão e que a entidade deveria soltar uma nota sobre o caso durante a tarde.
No início da noite, a entidade soltou nota alegando que, sobre o assunto, "não temos mais informações a prestar". "Também não temos quaisquer outras declarações a fazer, uma vez que consideramos que todas as informações já foram devidamente prestadas", diz a nota de duas linhas.
A ligação de Pimentel com a Fiemg é antiga e remonta ao tempo em que o petista comandava a Prefeitura de Belo Horizonte. Depois de deixar o cargo, Pimentel recebeu, por meio da empresa P-21 Consultorias e Projetos Ltda, R$ 1 milhão da entidade pela prestação de serviços.
No entanto, em 2006 o Executivo municipal comandado pelo petista já havia contratado sem licitação a Camter Construções e Empreendimentos S.A., presidida por Luiz Augusto de Barros. Barros foi vice-presidente e presidente do Conselho de Assuntos Legislativos da Fiemg durante a gestão de Robson Andrade, o mesmo que pagou pela consultoria de Pimentel.
A contratação da Camter ocorreu com dispensa de licitação, conforme o processo número 01.077158.0654, publicado no Diário Oficial do Município de 30 de junho de 2006. A autorização de dispensa de licitação foi assinada pelo então secretário municipal de Políticas Urbanas, Murilo Valadares, braço direito de Pimentel e um dos frequentadores do escritório da P-21 durante a campanha do petista ao Senado, no ano passado.

14/12/2011

Lei da Palmada é aprovada na Câmara dos Deputados


Share/Bookmark

Texto, que depende do aval do Senado, proíbe castigos físicos a crianças

Gabriel Castro e Bruno Huberman
Lei da Palmada: aprovada em comissão especial, proposta seguirá para o Senado
  Lei da Palmada: aprovada em comissão especial, proposta seguirá para o Senado (Larissa Ponce/Agência Câmara)
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o projeto da chamada Lei da Palmada, que proíbe castigos físicos a crianças no ambiente familiar. A votação, em caráter simbólico, se deu na comissão especial criada para analisar o texto. A proposta só irá ao plenário da Casa se algum parlamentar fizer um pedido à Mesa Diretora nos próximos dias. Caso contrário, o texto segue direto para o Senado.
A proposta da Lei da Palmada sofreu resistência no Congresso. Alguns deputados argumentavam que a proibição constituía um desrespeito ao direito dos pais. A relatora da proposta, Tereza Surita (PMDB-RR), alterou o texto para permitir a aprovação do projeto. A expressão "castigos corporais" foi substituída por "castigos físicos". Ao fim, o texto foi aprovado por unanimidade.
Os pais que desrespeitarem a norma não devem ir para a cadeia. O texto prevê advertências, tratamento psicológico e a adesão a programas de proteção à família. A denúncia pode ser feita ao Conselho Tutelar, delegado de polícia, Ministério Público ou juiz.
Acordo - A votação ocorreria nesta terça-feira, mas foi adiada por falta de quórum. Segundo informações da Agência Câmara, o texto foi votado depois de um acordo entre a relatora, Teresa Surita (PMDB-RR), a bancada evangélica e a Secretaria dos Direitos Humanos.
Havia divergências sobre a substituição da expressão “castigos corporais”, prevista da proposta original, por “agressão física”, como queriam os evangélicos. De acordo com a deputada Liliam Sá (PR-RJ), a bancada evangélica entendeu que a expressão “castigo corporal” interferia na educação dos filhos.
Para a presidente da comissão, deputada Erika Kokay (PT-DF), o texto original não fere a autoridade da família. “Não há na comissão qualquer tipo de dúvida ou qualquer polêmica acerca do sentido do conteúdo do projeto”, afirma a deputada. “O que há na Casa são alguns segmentos que acham que esse projeto pode ferir a autoridade da família. Nós queremos convencê-los de que não.”
A relatora avaliou que as expressões são muito próximas, mas ela optou no final por “castigo físico”. “Quando se fala castigo físico fica mais pedagógico”, disse.

Boa notícia para os mensaleiros


Share/Bookmark

11/12/2011

FIESP apresenta: O JURÔMETRO


Share/Bookmark

Documento em defesa dos direitos humanos completa 63 anos


Share/Bookmark