10/11/2011

Chávez anuncia ajuda ao terrorista “Carlos” e não manda 1 centavo para sua defesa na França


Share/Bookmark

O terrorista "Carlos" e Isabel Coutant-Peyre, sua mulher e advogada: "estado de bancarrota"
Como um palhaço político profissional, que insiste em não deixar o palco de forma alguma, o ditador venezuelano Hugo Chávez anunciou, dias atrás, que considerava um “lutador do povo” o superterrorista “Carlos, o Chacal”—Ilítich Ramírez Sánchez, criminoso internacional que esteve ligado à KGB soviética nos anos 70, passou em seguida a agir supostamente em nome da “causa palestina” e cometeu assassinatos, sequestros e atentados a boma  às dezenas, muitos deles de origem e mandantes até hoje nebulosos.
Mais de 100 atentados, entre 1.500 e 2 mil mortos, e ele ri
“Carlos” foi capturado por um comando francês em 1994 em Kartum, no Sudão – um dos maiores santuários mundiais de terroristas – e cumpre prisão perpétua na França desde 1997, condenado pelo assassinato de dois policiais e um informante de polícia, em Paris, em 1975.
Agora, e até o próximo dia 16 de dezembro, está sendo julgado em Paris por outros quatro atentados terroristas cometidos na França em 1983 e 1984. Durante os julgamentos, aos gritos, e sempre sorrindo, como se estivesse felicíssimo com seus feitos, “Carlos” acabou assumindo a responsabilidade por mais de 100 atentados cuja autoria era desconhecida, e que causaram entre 1.500 e 2.000 mortos.
Venezuela não mandou o dinheiro prometido
O demagogo Chávez, amigo desse tipo de gente, informou ter instruído seu chanceler, Nicolás Maduro, para que “acompanhe” o julgamento do criminoso e que o governo “assuma a responsabilidade que lhe cabe” para com um cidadão venezuelano que considera “um digno continuador das maiores lutas pelas causas do povo”.
No novo julgamento, porém, sua atual mulher, a advogada Isabel Coutant-Peyre, anunciou ao tribunal que se encontra em “bancarrota profissional”, uma vez que o governo da Venezuela não havia enviado as somas em dinheiro prometidas para a defesa do terrorista.
O presidente do Tribunal, juiz Jacques Liberge, a designou defensora de ofício do companheiro.


Nenhum comentário: